Cada dia que passa chego a conclusão de que as pessoas com sanidade mental são pouquíssimas no Brasil e esse fenômeno não se repete em outros países como se fosse algo global.
No episódio 23 do programa Guerra de Informação, relato o caso das três crianças brutalmente assassinadas pelo narcotráfico na Baixada Fluminense, RJ, e me espanta que isso não é e não será um crime que deixa a sociedade brasileira em geral escandalizada. O auge da empatia das massas é dizer que o episódio é lamentável. Mas a gravidade do ocorrido ultrapassa o lamento.
Isso explica muito outro fenômeno, o descaso, inclusive na direita, com as pessoas perseguidas por Alexandre de Moraes. Se uma atrocidade bárbara cometida com três criancinhas não comove uma nação, como comoverá o fato de eu ter dificuldade de pagar o tratamento de minha filha que ora luta para se recuperar dos efeitos de uma encefalite?
A conclusão é evidente. Se você se compadece de quem é perseguido por Alexandre de Moraes e se choca com o que aconteceu com as criancinhas mortas pelo narcotráfico, saiba que são poucos os que possuem sanidade mental para perceber isso.
De: Allan dos Santos • Jornalista , Patriota , Conservador