A seiva elaborada é conduzida das folhas para as diversas partes da planta , através dos vasos liberianos, também chamados vasos crivados. Os vasos liberianos pertencem ao floema , que é importante parte constituinte da casca do caule; os vasos lenhosos, que conduzem a seiva bruta , pertencem ao xilema , que é parte constituinte do lenho. A seiva elaborada circula, portanto, pela casca do caule, ao passo que a seiva a bruta circula mais internamente , pelo lenho. Retirando-se um anel completo da casca de um tronco (anel de Malpighi) , podemos notar , após algumas semanas , que a casca se intumesce por acúmulo de seiva elaborada , logo acima do corte. As folhas continuarão a receber a seiva bruta , mas as raízes e demais partes abaixo do corte deixarão de receber a seiva elaborada. Dessa forma , por falta de nutrição das raízes , a planta terminará por sucumbir. As células que constituem os vasos liberianos , diferentemente do que ocorre com as dos vasos lenhosos , são vivas. Os vasos liberianos comunicam-se com as células do parênquima assimilador das folhas , nas quais é produzida a seiva elaborada. Esta passa para os vasos liberianos através das pontuações que ligam as células parenquimatosas às células do floema. Dessa forma , as células parenquimatosas, dotadas de elevado valor osmótico , impulsionavam a seiva para os vasos liberianos que a distribuem para os diversos órgãos da planta. À medida que a matéria orgânica fornecida pela seiva elaborada vai sendo consumida pela respiração celular, ou vai-se transformando em amido ou outros produtos insolúveis , a concentração na extremidade dos vasos vai diminuindo , favorecendo a passagem osmótica de água para as células vizinhas.
Mostrando postagens com marcador Condução Da Seiva Elaborada. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Condução Da Seiva Elaborada. Mostrar todas as postagens
domingo, 17 de fevereiro de 2019
Condução da Seiva Elaborada
sábado, 17 de março de 2018
Condução Da Seiva Elaborada
A seiva elaborada, rica em açúcares produzidos por fotossíntese , é conduzida das folhas para as diversas partes da planta através dos elementos crivados do floema ou líber. Nas dicotiledôneas e nas gimnospermas , os vasos liberianos localizam-se na casca do caule, enquanto os vasos lenhosos , que conduzem a seiva bruta, localizam-se mais internamente. A seiva elaborada circula , portanto, pela casca do caule. Retirando-se um anel completo da casca de um tronco (Anel de Malpighi), podemos notar , após algumas semanas, que a casca logo acima do corte fica com acúmulo de seiva elaborada, o que estimula a formação de tecido no local. As folhas continuam a receber a seiva bruta , mas as raízes e as demais partes abaixo do corte deixarão de receber a seiva elaborada. Dessa forma , por falta de nutrição das raízes , a planta morrerá. A condução da seiva elaborada é denominada translocação. A explicação mais aceita para a translocação foi proposta pelo botânico alemão Ernst Munch (1876-1946), em 1927, e é denominada Teoria do Fluxo em massa ou teoria do fluxo por pressão ou, ainda, Teoria do equilíbrio osmótico. Segundo essa teoria, a seiva elaborada move-se através do floema , ao longo de uma gradiente decrescente de concentração, desde o local em que é produzida (concentração alta) até o local em que é consumida (concentração baixa). A hipótese em massa pode ser demonstrada por meio de um modelo físico simples. Acoplam-se dois balões (denominados A e B), feitos com membranas semipermeáveis , um tubo de vidro em U. No salão A coloca-se uma solução concentrada de açúcar e no B, água destilada. Esses balões, assim montados, são mergulhados em um recipiente contendo água destilada. Verifica-se que a água do recipiente penetra por osmose no balão A, onde a pressão osmótica é maior. A entrada de água em A determina o deslocamento da solução de açúcar através do tubo em U em direção ao balão B, onde a pressão osmótica é inicialmente nula. Nesse exemplo , o botão A representa a folha produtora de açúcar , o tubo em U, o floema, e o balão B, a raiz ,que consome o açúcar. A diferença de pressão osmótica entre esses dois balões determinou o deslocamento da solução de açúcar do local em que é mais concentrada (balão A) até o local em que é menos concentrada (balão B).
Assinar:
Postagens (Atom)

